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Quem concorda?

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Não podemos julgar. “Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”. Toda forma de existir carrega consigo ônus e bônus!

Boa noite!

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Trabalho sendo reconhecido!!

Olá pessoal, tudo bom?

Passando para dividir com vocês uma curtida e um comentário no Instagram que me deixou mega feliz!!

Fiz uma matéria sobre a Kiko Milano que abriu uma filial em São Paulo, e rendeu uma curtida básica da loja no Instagram do Blog!! ❤ 

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Mas não para por aí…

Hoje tem promoção do O Boticário para todo o Brasil e claro, informei meus seguidores para que participem também! De repente abro meu “ig” e o que estava lá?? Tchan,Tchan, Tchan, Tchan… um comentário da Loja O Boticário!!

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Precisava vir aqui dividir com vocês essa alegria! Muito bom ver o trabalho reconhecido.

E você, já seguiu o Blog Moda & Estrada no Instagram?? Não??? Então corre láaa!!

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Mensagem do Dia: Elegância do Comportamento- Martha Medeiros

Olá pessoal, tudo bom?

A mensagem do dia é sobre elegância!

E quando falamos essa palavra não estamos nos referindo só à roupas, mas sim, o nosso jeito de ser.

Pode parecer bobagem e até clichê, mas a beleza é realmente de dentro pra fora.

O que fala mais alto na gente não é nossa roupa, mas nosso jeito de ser.

A simpatia e a generosidade são comportamentos que se tornaram raros nos dias de hoje, por conta do nosso dia- a- a dia, da correria, da era do “tudo mais prático”.

Essa semana estava lendo esse texto da escritora Martha Medeiros e resolvi compartilhar com vocês para entender um pouquinho sobre a “Elegância Comportamental”. A elegância da alma, elegância da nossa “essência”!

 

Elegância Comportamental:

Hoje a maioria das pessoas que têm acesso à informação sabe que é peruíce usar uma blusa de paetês às duas da tarde e que é deselegante comparecer a um casamento sem gravata. Costanza Pascolato, Gloria Kalil e Claudia Matarazzo são alguns dos jornalistas especializados em ajudar os outros a não cometerem gafes na hora de se vestir ou de se portar à mesa. Mas existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza. É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada.

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.

É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir à empregadas domésticas, garçons ou frentistas. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros. É possível detectá-la em pessoas pontuais.

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem dá um presente sem data de aniversário por perto, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.

Oferecer flores é sempre elegante. É elegante não ficar espaçoso demais. É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro. É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante retribuir carinho e solidariedade.

Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto. Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.

A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que “com amigo não tem que ter estas frescuras”. Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão um dia desfrutá-la. Educação enferruja por falta de uso. E, detalhe: não é frescura.

Martha Medeiros

 

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